Em Três Lagoas, a empatia saiu do discurso e virou ação concreta. A cidade mostrou mais uma vez sua força coletiva ao realizar a 20ª edição do Leilão Direito de Viver, iniciativa que reuniu produtores, empresários, voluntários e moradores em torno de uma mesma causa: apoiar o Hospital do Amor de Barretos, referência nacional no atendimento oncológico.
O resultado impressiona. O evento fechou com R$ 749.990,37 líquidos destinados à instituição, a partir de uma arrecadação bruta de R$ 777.225,00, formada por lances, doações espontâneas, convites, cotas de patrocínio e outras contribuições. Mais do que um número expressivo, o valor simboliza o poder de mobilização de uma comunidade que entende que cuidar do outro é uma responsabilidade coletiva.

Ao longo de duas décadas, o leilão deixou de ser apenas um evento beneficente para se tornar um marco no calendário social da cidade. A cada edição, cresce a rede de pessoas que acreditam que pequenas atitudes, quando somadas, podem gerar grandes transformações. E foi exatamente isso que se viu: união, organização e propósito caminhando juntos.
Por trás dessa história está a pecuarista Leda Garcia de Souza, idealizadora do projeto, que há 20 anos lidera uma verdadeira corrente do bem. Ao lado da família, amigos e voluntários, ela construiu uma iniciativa pautada pela seriedade, pela transparência e, principalmente, pelo compromisso com quem enfrenta o câncer.
O Leilão Direito de Viver não arrecada apenas recursos. Ele distribui esperança, fortalece laços e reafirma valores. Cada lance dado foi, na prática, um gesto de cuidado com milhares de pacientes que dependem do Hospital do Amor para seguir lutando.
Que o exemplo de Três Lagoas continue ecoando em 2026 e nos próximos anos. Porque quando a solidariedade vira hábito, ela não apenas ajuda — ela salva vidas.





%20ajustado%20site_0.jpg)
