À frente da AMUSUH há mais de um ano, o prefeito de Três Lagoas, Cassiano Maia, vem colocando o município no centro de debates nacionais ligados à geração de energia, compensações financeiras e desenvolvimento regional.
A entidade reúne mais de 700 municípios distribuídos em 21 estados brasileiros, cidades que convivem diretamente com usinas hidrelétricas, reservatórios e impactos da produção energética no país. Juntas, essas localidades respondem por quase metade da energia elétrica produzida no Brasil.
Desde que assumiu a presidência da associação, Cassiano intensificou a presença da AMUSUH em Brasília, participando de discussões sobre repasses financeiros, fortalecimento das receitas municipais e políticas públicas voltadas às cidades afetadas pelo setor hidrelétrico.
Nos bastidores, a avaliação é de que Três Lagoas passou a ganhar ainda mais espaço dentro das pautas municipalistas nacionais, especialmente por sua ligação histórica com o Complexo Urubupungá, formado pelas usinas de Jupiá e Ilha Solteira, operadas pela CTG Brasil.
Outro movimento considerado estratégico foi a aproximação institucional construída entre Cassiano Maia e o vice-presidente da entidade, Joaquim Silva e Luna, fortalecendo o diálogo entre municípios diretamente ligados à matriz energética brasileira.
Ao longo desse período, a associação intensificou articulações voltadas à defesa de melhorias nos critérios de compensação financeira para cidades impactadas por reservatórios, além de pautas ligadas à infraestrutura, sustentabilidade e desenvolvimento econômico regional.
Para Cassiano Maia, a presidência da entidade também representa uma oportunidade de projetar Três Lagoas nacionalmente em um momento de forte crescimento econômico da cidade.
Segundo o prefeito, a participação ativa da cidade em discussões estratégicas nacionais amplia a representatividade do município e fortalece a defesa de pautas que impactam diretamente regiões ligadas ao setor energético.
A atuação da AMUSUH ganha ainda mais relevância em um cenário em que municípios produtores de energia buscam ampliar receitas e fortalecer sua participação nas decisões relacionadas à infraestrutura energética brasileira.
Nos bastidores políticos e institucionais, o avanço de Três Lagoas dentro da entidade é visto como mais um movimento que reforça o protagonismo crescente da cidade no cenário nacional, especialmente em áreas ligadas à indústria, logística, energia e desenvolvimento regional.


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