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Semana Mundial do Glaucoma alerta para doença silenciosa que pode causar cegueira irreversível

Foto: cedida
Da redação
10/3/2026
às
7:45

Especialistas reforçam a importância do diagnóstico precoce e da realização de exames preventivos

A Semana Mundial do Glaucoma, de 9 a 15 de março, tem o objetivo de alertar a população sobre uma das principais causas de cegueira irreversível: o glaucoma. A campanha busca ampliar o conhecimento sobre a doença, incentivar a prevenção e estimular a realização de exames oftalmológicos regulares.

De acordo com estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 76 milhões de pessoas vivem atualmente com glaucoma no mundo, número que pode ultrapassar 110 milhões até 2040. Dados do Conselho Brasileiro de Oftalmologia apontam que, no Brasil, a prevalência aumenta significativamente com a idade: atinge aproximadamente 2% das pessoas acima de 40 anos, ultrapassa 6% entre indivíduos com mais de 70 anos e pode chegar a 10% em pessoas com mais de 80 anos.

Segundo o oftalmologista Dr. Douglas Luiz Pereira, diretor clínico da Oftalmolaser de Três Lagoas, um dos principais desafios no combate à doença é justamente a ausência de sintomas nas fases iniciais.

“O glaucoma é uma doença que provoca lesões no nervo óptico e pode levar à perda progressiva da visão. O grande problema é que, na maioria dos casos, ele não apresenta sintomas no início. Muitas pessoas só percebem quando já houve comprometimento da visão”, explica o especialista.

Doença silenciosa

O glaucoma ocorre, na maioria das vezes, devido ao aumento da pressão intraocular, que danifica o nervo responsável por transmitir as imagens do olho para o cérebro. Com a progressão da doença, o paciente pode começar a apresentar perda da visão periférica, o que compromete atividades do dia a dia.

O diretor clínico reforça que o diagnóstico precoce é fundamental para evitar danos permanentes à visão.

“O glaucoma não tem cura, mas pode ser controlado quando diagnosticado precocemente. O acompanhamento médico permite iniciar o tratamento adequado e evitar a progressão da doença”, afirma.

Fatores de risco

Alguns grupos apresentam maior risco de desenvolver glaucoma. Entre os principais fatores estão:

● idade acima de 40 anos;
● histórico familiar da doença;
● pressão intraocular elevada;
● diabetes;
● miopia elevada;
● uso prolongado de corticoides.

Por isso, especialistas recomendam atenção redobrada para pessoas que se enquadram nesses grupos.

Importância da prevenção

A principal forma de detectar o glaucoma precocemente é por meio de consultas oftalmológicas regulares. Durante o atendimento, o médico pode realizar exames que avaliam a pressão intraocular, o nervo óptico e o campo visual.

“O ideal é que, a partir dos 40 anos, as pessoas realizem consultas oftalmológicas periódicas, especialmente se houver casos da doença na família”, orienta o médico.

Os exames são simples, rápidos e indolores, mas podem fazer toda a diferença no diagnóstico precoce.

Tratamento e controle

Embora não tenha cura, o glaucoma pode ser controlado com tratamento adequado. Entre as opções estão o uso de colírios específicos, procedimentos a laser e, em alguns casos, cirurgia.

“O tratamento tem como objetivo reduzir a pressão intraocular e preservar a visão do paciente. Quanto mais cedo a doença for identificada, maiores são as chances de manter a qualidade visual ao longo da vida”, explica o Dr. Douglas Luiz Pereira.

Conscientização salva visão

Durante a Semana Mundial do Glaucoma, o médico reforça que a informação e a prevenção são as principais ferramentas para evitar a perda visual causada pela doença.

“Muitas pessoas só procuram atendimento quando percebem dificuldade para enxergar. O ideal é não esperar os sintomas aparecerem. O glaucoma pode evoluir silenciosamente e causar danos irreversíveis”, alerta.

Sobre o Dr. Douglas Luiz Pereira

Médico oftalmologista, especialista em ultrassonografia ocular, retina, vítreo e catarata, formou-se em Medicina pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas). Possui especialização em oftalmologia pelo Instituto Suel Abujamra, com fellowship em retina clínica e ultrassonografia ocular.

Sobre a Oftalmolaser

A presença da Oftalmolaser em Três Lagoas é resultado de uma trajetória iniciada em 17 de junho de 1996, em Presidente Prudente, quando a instituição surgiu a partir da iniciativa de um grupo de oftalmologistas com o propósito de introduzir tecnologia a laser em cirurgias de correção visual. Desde então, a Oftalmolaser manteve como diretriz a incorporação de referências internacionais, com protocolos técnicos e avanços científicos oriundos de centros especializados dos Estados Unidos, Alemanha e Itália.

Ao longo de quase três décadas, a instituição ampliou sua estrutura, diversificou seus serviços e sustentou investimentos contínuos em tecnologia e qualificação profissional. Esse processo de desenvolvimento possibilitou, em 2011, uma nova etapa de gestão sob a liderança do oftalmologista Dr. Marcelo Hosoume, marcada pela expansão para novas cidades e pela consolidação de modelos assistenciais orientados à excelência.

Em Três Lagoas, essa trajetória se traduz na implantação de uma unidade hospitalar que reúne inovação, precisão diagnóstica e cuidado especializado. A consolidação da Oftalmolaser no município reforça seu papel como centro de referência em oftalmologia, fundamentado em atualização permanente, segurança do paciente e práticas alinhadas aos padrões contemporâneos da medicina.

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